O Plano “Brasil Forte”
A riqueza real não está apenas em cavar a terra para tirar minério ou plantar soja. O verdadeiro valor surge quando o Brasil processa, refina e fabrica o produto final aqui dentro. Em vez de vender o minério de ferro por centavos, precisamos exportar o aço pronto e a tecnologia. Isso gera empregos de alta renda e traz dólares de verdade para fortalecer o nosso dinheiro.
O governo gasta muito mais do que arrecada e vive fazendo dívidas impagáveis. Quando falta dinheiro, ele inventa de imprimir notas ou se endividar ainda mais, o que destrói o valor da nossa moeda e gera uma inflação cruel que esmaga o pobre. Para ter estabilidade, o Estado precisa cortar os desperdícios e gastar apenas o que tem, criando uma âncora de respeito fiscal.
Temos um território gigante, mas transportar uma mercadoria do Centro-Oeste para um porto custa uma fortuna devido ao “Custo Brasil” e à burocracia. O governo e a iniciativa privada precisam investir pesado em infraestrutura de escoamento barata e rápida — ferrovias modernas e hidrovias —, reduzindo o preço final das coisas para o próprio brasileiro.
Países sólidos criam fundos soberanos para guardar e multiplicar o dinheiro gerado pelas riquezas naturais (como o petróleo e os minérios), blindando a nação contra crises externas. No Brasil, o dinheiro das riquezas costuma evaporar no orçamento corrente; se guardado e investido com inteligência, ele garante reservas inabaláveis para momentos de emergência.
